LU.GAR.OCULTO instalação #3. O TEATRO

                                 Inauguração: 06 de julho 21.00h 

 

O TEATRO

06 a 20 de julho 2019

segunda-feira a sábado 10.00h às 18.00h

 

Alenquer

Teatro Ana Pereira

 

 

A entrada é livre

 

contactos: 961502105 Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

 

Formação e performance com Ana Sofia Paiva

 

formação: 4 e 5 de julho

09h00 - 13h00

 

performance: 6 de julho

21.00h

 

inscrição para frequência da formação aqui:

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

 

Ana Sofia Paiva

Atriz, narradora, cantora, poeta...

 

 
 

Instalações multimédia, formação e performance em torno do teatro, espaços cénicos, práticas e memórias em Alenquer e no país.

 

Exposição sobre a diversidade desta prática performativa e sobre as pessoas e instituições que ergueram e mantiveram o Teatro Ana Pereira.

 


 

Formação e performance com Ana Sofia Paiva a 4, 5 e 6 de julho

Oficina prática sobre contos de tradição oral, contos populares, memória e transmissão;


Dirigido a educadores, bibliotecários, pais, mães, avós, contadores de histórias, actores, investigadores e interessados em tradição oral e contos populares. Com o suporte do Catálogo dos Contos Tradicionais Portugueses.

 

Atividade certificada como "Ação de Curta Duração"

 


A oficina terá o formato de Tertúlia, com exercícios práticos, guiada a partir das seguintes permissas:
- Repertório de Contos Populares e o Catálogo do Conto Tradicional Português; Acto de Ouvir e Contar como processo de "encantamento"; Voz e Oralidade/Performance oral; Memória e Transmissão.

 

"Conto histórias da tradição oral portuguesa, com algumas incursões por outras partes do mundo – versões de contos, lendas, romances e cantigas que fui escutando a várias vozes, directa ou indirectamente, procurando aprofundar um entendimento sobre o ouvir e o contar, numa relação de afectos, memória e transmissão. Conto porque escutei e conto porque há quem escute. Cada versão de um texto de tradição oral é fruto do corpo, do tempo e do espaço de quem a ouviu e contou. Maria Teresa Meireles escreve que «sem o ouvinte, o conto não faria sentido.»* Por privilegiar essa relação, não defino a priori o que vou contar. Levo um caminho pensado, um repertório definido, mas concentro-me na possibilidade de adaptar tudo a cada contexto e situação. Preparo-me para estar à altura do efémero, desse momento único em que estaremos frente a frente, voz e ouvidos, para construirmos uma ponte de sentidos que atravessaremos juntos. Contar histórias é dar colo, diz a Cristina Taquelim. É talvez por isso que ouvimos e contamos: para estar, cuidar, sarar e ir estruturando, palavra a palavra, a nossa própria narrativa."

 

*Maria Teresa Meireles, A Partilha da Palavra nos Contos Tradicionais, Apenas Livros, Lisboa, 2005, págs. 67-71.

 

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

 

LU.GAR.OCULTO

 

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