LU.GAR.OCULTO
Memória, eco-ativismo e arte

Quando iniciámos o trabalho de registo de memórias dos habitantes de Alenquer sobre a sua comunidade, os temas “água” e “rio” destacaram-se pelo que decidimos que ambas as exposições de 2018 os usariam como estímulo central de criação. Por outro lado, os temas “gestão da água” e “aquecimento global” são de urgência imediata.

Enquanto criadores e produtores culturais defendemos a confluência entre memória, consciência ecológica e arte.

Enquanto artistas, investigamos e criamos a partir das dimensões social, científica, política, ecológica e filosófica da nossa era, já caraterizada como Antropoceno. Estas duas instalações refletem as nossas opções de trabalho fundindo a memória viva dos habitantes da vila com as preocupações do nosso tempo, concretizadas em instalações que usam escultura, pintura, multimédia e teatro.

Quando iniciámos o trabalho de registo de memórias dos habitantes de Alenquer sobre a sua comunidade, os temas “água” e “rio” destacaram-se pelo que decidimos que ambas as exposições de 2018 os usariam como estímulo central de criação. Por outro lado, os temas “gestão da água” e “aquecimento global” são de urgência imediata.

Enquanto criadores e produtores culturais defendemos a confluência entre memória, consciência ecológica e arte.

Enquanto artistas, investigamos e criamos a partir das dimensões social, científica, política, ecológica e filosófica da nossa era, já caraterizada como Antropoceno. Estas duas instalações refletem as nossas opções de trabalho fundindo a memória viva dos habitantes da vila com as preocupações do nosso tempo, concretizadas em instalações que usam escultura, pintura, multimédia e teatro.

Quando iniciámos o trabalho de registo de memórias dos habitantes de Alenquer sobre a sua comunidade, os temas “água” e “rio” destacaram-se pelo que decidimos que ambas as exposições de 2018 os usariam como estímulo central de criação. Por outro lado, os temas “gestão da água” e “aquecimento global” são de urgência imediata.

Enquanto criadores e produtores culturais defendemos a confluência entre memória, consciência ecológica e arte.

Enquanto artistas, investigamos e criamos a partir das dimensões social, científica, política, ecológica e filosófica da nossa era, já caraterizada como Antropoceno.
Estas duas instalações refletem as nossas opções de trabalho fundindo a memória viva dos habitantes da vila com as preocupações do nosso tempo, concretizadas em instalações que usam escultura, pintura, multimédia e teatro.

Instalação 1

Instalação 2

Making of 1

Making of 1

Making of 1

Making of 2

Making of 2

Making of 2

Vídeo da instalação

Vídeo da instalação

Performance e entrevista

Performance e entrevista

Ilusões de futuro, pesadelos do presente

Instalação 1
Perto do rio, no Parque Vaz Monteiro, Alenquer, mostra-se a maquete de um icebergue cuja altura relembra as cheias de 1967. Ao lado, um bloco de gelo derrete.
Em vários monitores de vídeo corre informação sobre a complexidade de ameaças, problemas e desafios, decorrentes das alterações climáticas, com a qual a humanidade doravante se confrontará, a nível local e global.
Sinal de premonição face à inconveniente verdade da crise climática? Os pesadelos do presente foram originados por ilusões de futuro. A maquete de icebergue anuncia, no presente, uma eventual inexistência de futuro caso a humanidade mantenha os atuais padrões predatórios de consumo e exploração dos recursos naturais para sustentar irresponsáveis estilos de vida.
As sessões de narração de Ana Sofia Paiva, dedicadas ao tema, têm a duração de 30 minutos e falam/cantam o legado cultural português, repleto de lendas e contos que nos ensinam a importância da água na vida.

co-autoria de Carlos Augusto Ribeiro e José Barbieri

co-autoria de Carlos Augusto Ribeiro e José Barbieri

co-autoria de Carlos Augusto Ribeiro e José Barbieri

(brevemente)

Vídeos realizados a partir de dados e vídeo - estatísticas sobre mudanças climáticas disponíveis online em acesso aberto.
Fonte: ESA - http://www.esa.int

(brevemente)
Memória das Águas

Instalação 2
No Lugar das Águas, devoluto palco de convívio assistido pelo murmúrio ininterrupto do rio, o lavadouro torna-se temporariamente o lugar de concentração e confluência de memórias silenciadas. Instalação em torno da relação de Alenquer com o rio.
Contrapartida de modernidade prometida em troca de um rio roubado, o lavadouro reúne as memórias individuais de histórias e vivências do lugar e do rio; as memórias de um rio inexistente, rio fantasma, recurso apropriado para ficções e imaginações, em contraste com a realidade material e sonora da água.
Imagem do tempo e da consciência, um rio imaginário que se constitui com todas estas memórias que passam e se transformam com a passagem do tempo.
As sessões de narração de António Fontinha, dedicadas ao tema, têm a duração de 30 minutos e falam do legado cultural português, repleto de lendas e contos que nos ensinam a importância da água na vida.

co-autoria de Carlos Augusto Ribeiro e José Barbieri

co-autoria de Carlos Augusto Ribeiro e José Barbieri

co-autoria de Carlos Augusto Ribeiro e José Barbieri; vídeos: Eva Ângelo, Rafael Del Rio

Ver vídeo: Alenquer, rio e lavadouro
Ver vídeo: Alenquer, Banhos velhos e cheias
Ver vídeo: (brevemente
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