MEMORIAMEDIA

e-Museu do Património Cultural Imaterial e Memória

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Inventário PCI
Nunca chega a casa

Cabeceiras de Basto

"Nunca chega a casa"- Adivinha.

Maria da Conceição, Ano de nascimento 1965, Bucos, Cabeceiras de Basto, Registo 2012.

Adivinha - IV. A casa. Objetos de uso doméstico. Ferramentas e aparelhos*

*Com base na classificação de NOGUEIRA, Carlos (2004) “Para uma teoria da adivinha tradicional portuguesa”. Revista de Literaturas Populares IV-2, pp.328-339.

Transcrição

Nunca chega a casa

 

Qual é coisa qual é ela

Tanto anda, tanto anda

e nunca chega a casa de seu dono?

 

Chave: Moinho.

Caraterização
Identificação
Tradições e expressões orais
Manifestações literárias, orais e escritas
Nunca chega a casa
1965
Maria da Conceição Rodrigues Ramalho
Cozinheira Ajudante
Contexto de produção
Contexto territorial
Bucos
Bucos
Cabeceiras de Basto
Braga
Portugal
Contexto temporal
2012
Património associado
Contexto de transmissão
ativa

Adivinhas, anedotas e histórias partilhados em encontros, festas, excurções e actividades promovidas pelo Município e Junta de Freguesia

Português
Equipa
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Filomena Sousa e Rosário Rosa

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