MEMORIAMEDIA

e-Museu do Património Cultural Imaterial e Memória

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Inventário PCI
Os vendedores de folhetos

Alenquer

"Os vendedores de folhetos" - Relato acerca dos vendedores de folhetos de cordel que se apresentavam com harmónios, às vezes marionetas, distribuindo informação relevante para os agricultores.

António Melão, Ano de Nascimento 1932. Soeiro Cunhado. Pereiro de Palhacana. 

Relato sobre práticas culturais

Transcrição

Os vendedores de folhetos

"Eles às vezes punham-se lá, coitados, até com bonecos! Aquilo ali assim… E depois punham-se a pedir, está claro. Depois passava um, dava uma moeda; depois passava outro, dava outra moeda. E eles com um harmonicozeco desses pequeninos. Aquilo realmente também era engraçado.

Eles vendiam; chamavam-lhes até os almanaques. Vendiam esses livrinhos assim. Até para as pessoas verem, por causa da agricultura, para saber quando é que houveram de semear, quando é que não houveram de semear… Eles vendiam isso tudo. Aquilo era engraçado, pronto."

 

 


[1] O mesmo que funileiro, bate-chapas ou amolador.

 

 

 

Caraterização
Identificação
Práticas sociais, rituais e eventos festivos
Manifestações literárias, orais e escritas
Os vendedores de folhetos
1932
António Melão
Trabalhador agrícola
Contexto de produção
Contexto territorial
Lages da Freiria
Pereiro de Palhacana
Alenquer
Lisboa
Portugal
Contexto temporal
2013
Património associado

Festas e feiras locais

Contexto de transmissão
ativa

Histórias partilhadas nos tempos de lazer e em festas e romarias. Actividades promovidas pelo Município.

Português
Equipa
Ana Sofia Paiva
José Barbieri
Filomena Sousa

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